“Quantos são os teus trabalhos, ó Jeová! A todos eles fizestes em sabedoria.” — Salmo 104:24. *** “Digno és, Jeová, sim, nosso Deus, de receber a glória, e a honra, e o poder, porque criaste todas as coisas e porque elas existiram e foram criadas por tua vontade.” - Apoc. 4:11 *** Obrigado pela visita! *** Deixe um comentário ***

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

"Mãe" adotiva

Muitas histórias têm sido divulgadas de filhotes adotados por uma espécie diferente.
Ficamos admirados com essa demonstração de amor dada pelos animais.
Mas quero mostrar hoje como um bicho ruim por natureza, que machuca e mata até os seus próprios filhotes e ataca
outros animais até mesmo os de sua própria espécie, pode também demonstrar ternura e cuidar com carinho de um
filhote de espécie diferente da sua. Não sabemos o que aconteceu com a mãe verdadeira, mas parece que a adotiva
esta fazendo um bom trabalho. Veja o vídeo.

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Essas histórias me tocam, até porque também já fui "mãe" adotiva diversas vezes.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A Magia das Flores

Pare por cinco minutos. Simplesmente aprecie e se deixe levar...

Resgate emocionante


Jeová Deus usa o amor materno para nos assegurar de que o seu amor por nós vai além deste:
"Pode a mulher esquecer-se de seu nenê, de modo a não se apiedar do filho de seu ventre? Mesmo estas mulheres podem esquecer-se, mas eu é que não me esquecerei de ti" - Isaías 49:15
Pense nisto, ao observar uma emocionante demonstração de amor materno no mundo animal.
O instinto materno de uma leoa foi registrado pelo fotógrafo Jean-François Largot, na Reserva Nacional Masai Mara, do Quénia, há dois meses, quando um de seus filhostes escorregou em um barranco, na borda de um precipício.
A reserva queniana é uma extensão das mitológicas planícies do Serengeti, na Tanzânia, situadas do outro lado da fronteira. Foi inaugurado em 1961 com o intuito de proteger a fauna de uma região que estava submetida a contínuas matanças indiscriminadas pelas mãos de caçadores. Tem 1.510 km² e é um ponto turístico para amantes de safáris. Foi palco do filme Entre dois amores (Out of Africa, 1985), com Meryl Streep e Robert Redford.
A sequência de fotos mostra a obstinação da leoa no resgate de seu filhote. Outros membros do grupo observam de longe, apreensivos, embora só a mãe efetivamente se arrisque.
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Espectadores torcem de longe
A leoa não recua, nem titubea
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A mãe, com enorme habilidade, cuidado e esforço, vai chegando perto
O filhote, esgotado começa a escorregar mais para baixo quando a mãe
o segura com a boca e começa outra difícil tarefa,
a de de retornar ao topo do barranco.
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Filhotinho agarrado, começa a parte difícil da volta
Observe a contração dos poderosos músculos da leoa: sinal de esforço
e concentração na tarefa.
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Com o filhote bem seguro, a energia e a concentração na subida
São e salvo, a leoa, vitoriosa, acaricia o filhote que acaba de salvar .
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Missão cumprida pela mãe

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Mundo Invisível


Flores

Elas estão por toda a parte. Mil formas, cores, perfumes... 
Ninguém é insensível aos seus encantos.
Ao criá-las, Jeová Deus quis nos afirmar o quanto valoriza a beleza. A Bíblia diz:
“Tudo ele fez bonito no seu tempo.” — Ecl. 3:11.
Infelizmente o homem tem arruinado nosso lar terrestre, mas no novo mundo, tudo será perfeito! (Apoc. 11:18; 2Pedro 3:13)
Esse vídeo mostra em câmera acelerada o desabrochar de lindas flores. 
Duvido que não se encante. Clique para assistir:


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Baleia jubarte dá show para seus salvadores

Baleia jubarte dá show após ser salva
Uma família visitava o Mar do Cortez (Golfo da Califórnia) em 14 de fevereiro desse ano, quando se depararam com uma baleia-jubarte, que parecia morta.
Por muitos minutos, eles acreditaram que a baleia realmente estava sem vida. Até que, de repente, ela exalou um pouco de água.
Um dos membros da família resolveu se aproximar do animal, e descobriu que ela estava muito enrolada em uma rede de pescar.
Maravilhado e ao mesmo tempo com medo, o bravo homem decidiu ajudá-la. Porém, quanto mais ele examinava a situação, mais descobria o quanto a baleia estava realmente enrolada, muito próxima à morte.
A jubarte começou a se agitar. Sendo assim, a família resolveu pedir resgate para poder socorrer a baleia. Eles ficaram sabendo que, talvez em uma hora, alguém aparecesse para ajudar. O que, eles sabiam, seria tarde demais.
Com apenas uma pequena faca, eles fizeram todo o esforço que puderam para liberar a baleia. Sentindo um esboço de liberdade, o animal começou a nadar, puxando a família para um passeio no oceano.
Quando cansou, parou novamente, e a família recomeçou a cortar a rede, dessa vez, quase a liberando totalmente.
Se arriscando demais, a família passou a cortar a rede em volta da baleia, para livrar sua cauda. Depois de horas de um trabalho exaustivo e perigoso, eles finalmente conseguiram soltá-la.
Primeiramente, a baleia nadou para longe do barco. Em seguida, começou a fazer um verdadeiro show para seus salvadores: saltando, se jogando e se exibindo inteiramente no mar, ela se reaproximou, dando a eles o que a família acreditou ser uma genuína demonstração de alegria, senão agradecimento.
Confira o vídeo dessa experiência incrível:

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Abelhas usam "GPS" próprio


As abelhas vivem em uma perfeita sociedade “industrial”, onde cada inseto conhece sua função e todos trabalham em prol da coletividade. Um dispositivo, até então desconhecido, torna o trabalho das abelhas ainda mais eficiente. Pesquisadores ingleses descobriram que elas são capazes de calcular a menor rota possível entre as flores durante a coleta do pólen.
As abelhas possuem, ao que parece, um mecanismo sensorial que funciona como um GPS. Ainda não se sabe o motivo, e é isso que cientistas da Universidade de Londres estão investigando. Esse atributo das abelhas economiza energia, minimizando a que se gasta para coletar pólen das flores. Com um cérebro de apenas 950 mil neurônios (cem mil vezes menos do que nós), as abelhas solucionam problemas de trajetória que exigem complicados cálculos matemáticos de um ser humano.
Os pesquisadores fizeram um teste curioso. Colocaram seis flores artificiais em um ambiente, dispostas de uma maneira não natural. No total, era possível fazer 720 rotas entre elas. Do modo como as flores estavam distribuídas, uma rota que fosse sempre de uma flor até a vizinha mais próxima não seria o trajeto mais rápido. Seria necessário, portanto, calcular a rota mais inteligente a se fazer.
Hora da ação: os pesquisadores soltaram abelhas no ambiente e passaram a tomar nota das rotas. Para se orientar, conforme foi observado, as abelhas usam uma série de indicadores ambientais, tais como posição do sol, pontos de referência no terreno, memória das distâncias percorridas e da direção escolhida. Após 80 tentativas, as abelhas foram capazes de achar o trajeto mais curto possível. A cada erro de escolha, elas aprendiam algo a não ser feito na rota, o que eliminava algumas possíveis rotas e as aproximava do acerto.
O que não se compreende, no entanto, é como exatamente elas conseguem fazer isso. Os cientistas tentam entender o cérebro das abelhas como uma espécie de computador. Seria possível, segundo eles, aperfeiçoar os atuais sistemas de GPS e localização, se entendêssemos o “algoritmo” que os pequenos insetos produtores de mel usam para se situar no terreno. [LiveScience]
Para refletir: O mecanismo complexo que orienta as abelhas é obra do acaso ou foi provido por um Criador inteligente?

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Mel - Como é produzido?


A matéria prima do mel é o néctar que a abelha retira das flores.
A maioria dos néctares das flores são similares à água com açúcar: sucrose misturada com água. O segredo do mel está nas enzimas que as abelhas produzem. Uma delas, a invertasse,  converte a maioria da sucrose em glicose e frutose.
Outra, converte a maioria da sucrose transforma pequena parte da glicose em ácido glucônico e peróxido de hidrogênio. O ácido glicônico transforma o mel em um meio ácido com baixo pH que é inóspito para bactérias, mofo e fungos (organismos que chamamos de micróbios), enquanto o peróxido de hidrogênio proporciona proteção de curto alcance contra esses mesmos organismos quando o mel está amadurecendo ou é diluído para servir de alimento para as larvas. A grande parte líquida dessa mistura deve ser evaporada, deixando somente cerca de 18% de água na composição final do mel.
O processo de evaporação é muito interessante:
A abelha coloca pequenas gotículas no lado superior dos favos e bate suas asas freneticamente para aumentar a movimentação do ar e eliminar o excesso de umidade.
O efeito consiste em transformar o mel em um alimento muito estável. Ele resiste naturalmente a mofos, fungos e outras bactérias.
As abelhas dependem do mel para se alimentar. Uma colméia mediana precisa de 10 a 15 quilos de mel para sobreviver ao inverno. No entanto, numa estação favorável uma colméia pode produzir cerca de 25 quilos de mel, deixando um excedente que pode ser colhido e apreciado pelos humanos — e também por animais tais como ursos e guaxinins.
Além de ser um alimento maravilhoso — um verdadeiro depósito de vitamina B, vários minerais e antioxidantes — o mel é um dos remédios mais antigos de uso contínuo. A Dra. May Berenbaum, entomologista da Universidade de Illinois, EUA, comenta: “Há séculos o mel tem sido usado para tratar vários problemas médicos, como ferimentos, queimaduras, cataratas, úlceras de pele e arranhões.”
O mel não estraga: é a única fonte de alimento conhecido que se mantém
indefinidamente em sua forma bruta.
O arqueólogo T.M. Davies descobriu uma jarra de 3.300 anos de mel em uma tumba egípcia que, para sua surpresa, estava em ótimas condições. Durante séculos, o mel foi o adoçante principal em todo o mundo. Relevos egípcios em túmulos do século III a.C. mostram trabalhadores recolhendo mel de colmeias. Manuscritos chineses do mesmo período contêm poemas e canções de louvor ao mel e seus muitos usos.
Hoje, o mel continua sendo um ingrediente importante na culinária de quase
todas as culturas.
A sabedoria evidente em todo esse intricado processo glorifica o Criador que proveu os meios e dotou a abelha da habilidade incrível de produzir o mel!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Por que a água congelada flutua em vez de afundar?

A revista New Scientist publicou: “A água é o líquido mais conhecido da Terra, mas também um dos mais misteriosos.”
O Dr. Emsley explicou que, apesar de sua estrutura simples, “nada tem um comportamento tão complexo” como a água. Ele exemplificou: “H2O devia ser um gás,  . . . mas é um líquido. Ademais, ao congelar  . . .  , a sua forma sólida, o gelo, flutua em vez de afundar”, como normalmente seria de esperar. Sobre esse comportamento incomum, o Dr. Paul E. Klopsteg, um ex-presidente da Associação Americana para o Progresso da Ciência, observou: “Isso parece ser notavelmente projetado para sustentar a vida aquática, como os peixes. Imagine como seria se a água, ao congelar, não agisse conforme mencionado. O gelo se formaria sem parar até ocupar um lago inteiro, sufocando toda, ou a maior parte, da vida marinha.” O Dr. Klopsteg disse que esse inesperado comportamento da água “é evidência da ação, no Universo, de uma mente poderosa e objetiva”. Sim, é evidência da existência de um Criador poderoso e sábio!                         (Revista Despertai! 22/08/00 p. 5)

O maravilhoso cérebro

Há anos o cérebro humano é comparado a um computador, mas, segundo descobertas recentes, essa comparação deixa muito a desejar. “Como começar a entender o funcionamento de um órgão que tem uns 50 bilhões de neurônios com um quatrilhão de sinapses (conexões), e com capacidade de operação de talvez 10 quatrilhões de vezes por segundo?”, perguntou o Dr. Richard M. Restak. Sua resposta? “O desempenho até mesmo do mais avançado computador de rede neural . . . tem cerca de um décimo de milésimo da capacidade mental de uma mosca.” 
Imagine, então, a distância que separa o computador do cérebro humano, tão fantasticamente superior!
Que computador pode consertar a si mesmo, reescrever o seu programa ou se aprimorar com o passar dos anos? Quando é preciso ajustar um sistema computadorizado, um programador precisa escrever novas instruções codificadas e dar entrada delas no sistema. O cérebro faz isso automaticamente, tanto na infância como na idade avançada. Não é exagero dizer que os computadores mais modernos são bem primitivos em comparação com o cérebro. Os cientistas chamam-no de “a estrutura mais complicada que se conhece” e de “o objeto mais complexo do Universo”. Tudo isso leva muitos a concluir que o cérebro humano é produto não do acaso cego, mas de um Criador que se importa. 

Assossiações proveitosas no mundo animal: búfago e parceiros


SHAKESPEARE escreveu: “A Natureza ensina aos animais a conhecer seus amigos.” E, deveras, há muitas associações proveitosas no mundo animal. Uma destas envolve o búfago ou pica-boi, residente na África do Sul.
Tendo aproximadamente 20 centímetros de comprimento, este pássaro é dotado de um bico amplo e grosso, amarelo ou vermelho, de pernas curtas, e de poderosas garras. Geralmente é encontrado pousado sobre grandes animais de caça, como hipopótamos, e sobre gado doméstico. Por quê? O búfago se ocupa em explorar cada reentrância e dobra nos couros deles, procurando livrar seus hospedeiros de carrapatos nocivos. O trabalho deles, contudo, não deixa de ter suas recompensas, pois estes carrapatos constituem a principal fonte de alimentos do búfago. Tanto o homem como o animal se beneficiam dos serviços do búfago. O ornitólogo Oliver Austin Jr. comenta que “os bosquímanos e os lavradores primitivos valorizam [os búfagos] por livrarem seu gado dos carrapatos”. Para os caçadores africanos, porém, os búfagos são uma amolação. Como assim? Imagine só um caçador aproximando-se furtivamente até uma curta distância de sua caça. De súbito, sai voando a vigilante sentinela — o búfago! Com gritos estridentes, agitados, o búfago então alerta seu associado de que o perigo o ronda. Lá se foi a caça! (Fonte: Revista Despertai!)

Associações proveitosas no mundo animal - camarão e anêmona

Continuando nesse tema vamos a mais um exemplo de relação incomum: o da anêmona-do-mar com o camarão-da-anêmona.
A anêmona-do-mar é um invertebrado às vezes chamado de ‘animal-flor’. Para muitas criaturinhas e peixes, uma roçada forte nesta beleza submarina significa a morte certa. Cada um de seus tentáculos pode lançar um espinho urticante, imobilizando sua vítima. A anêmona puxa a vítima para a boca, situada à base dos tentáculos.
O camarão-da-anêmona, contudo, não é atingido por seus tentáculos urticantes e vive seguramente entre eles. Nesta relação simbiótica, o camarão é protegido dos predadores e recebe alimento, ao aproveitar migalhas deixadas pela anêmona. Por sua vez, a anêmona pelo visto se beneficia dos serviços de limpeza efetuados pelo camarão-da-anêmona.
 (Fonte: Revista Despertai!)

O Peixe Limpador

Os peixes, como os humanos, estão sujeitos à infecção e à doença. Mas, pode um peixe tomar medidas preventivas para permanecer saudável? Pode, sim, pois muitos fizeram uma aliança com o que é chamado de peixe limpador, ou barbeiro. Este diminuto povoador das profundezas é ardorosamente procurado por garoupas, enguias, arraias e tubarões. Visualize estes carnívoros alinhados nas estações de limpeza submarinas, aguardando sua vez. Um enorme tubarão é o primeiro. O peixe limpador dá ao tubarão uma limpeza completa, da cabeça às barbatanas, a fim de remover qualquer tecido infetado. Daí, desaparece dentro da temível boca denteada do tubarão, removendo quaisquer restos de comida em decomposição, parasitas e fungos. O peixe limpador também vasculha, com dentes pontiagudos como agulhas, garganta adentro, então voltando à saída por meio de uma abertura nas guelras. Trabalho bem executado — o próximo paciente, por favor! Para seus clientes mais reservados, tem-se observado que o peixe limpador executa uma espécie de dança, nadando de lado como se animasse o peixe acanhado a abrir a boca, de modo a deixar o peixe limpador trabalhar nela. Logo a boca se abre e realizam-se os serviços. Tão ansiosos ficam muitos peixes de receber tratamento que têm-se observado brigas que irrompem entre os que esperam na fila. Num período de seis horas, um peixe limpador serviu a 300 peixes. Sim, tais animais têm provado ser o que a Bíblia chama de ‘instintivamente sábios’ ao realizar serviços úteis uns aos outros. (Provérbios 30:24) Talvez nós, humanos, pudéssemos tirar uma lição deles, e aprender a ‘praticar o dar’ para o benefício de outros! — Lucas 6:38.
(Fonte: Revista Despertai!)

Formigas pecuaristas


Algumas formigas têm uma relação simbiótica com as plantas. Em troca de ninho e alimento, esses insetos podem polinizar suas hospedeiras, espalhar suas sementes, ajudar a provê-las de nutrientes ou protegê-las contra herbívoros, quer sejam outros insetos quer sejam mamíferos. Certa espécie de formiga, que habita nos espinhos ocos da acácia, até mesmo destrói trepadeiras ameaçadoras que descobre quando faz a ronda ao redor da árvore. A acácia agradece por esse serviço de jardinagem de primeira qualidade dando porções de néctar às formigas. .
Por outro lado, algumas formigas preferem a “pecuária”, e seus protegidos são os pulgões que segregam uma substância doce quando são cutucados pelas antenas delas. Com respeito aos pulgões, o livro Symbiosis (Simbiose) diz:
“As formigas cuidam desses insetos como se eles fossem gado bovino, tirando leite para se alimentar e protegendo-os contra predadores.” Assim como um criador de vaca leiteira recolhe as vacas ao curral à noite, as formigas muitas vezes levam os pulgões
para a segurança do formigueiro ao anoitecer e os levam de volta ao “pasto” de manhã, geralmente para folhas mais tenras e nutritivas. E não estamos falando de apenas alguns pulgões. As formigas talvez tenham “rebanhos” com milhares deles num único formigueiro!
Fonte: Revista "Despertai!"

Ar Condicionado




















Uma das principais funções das abelhas operárias é manter estável a temperatura das larvas, suas irmãzinhas em desenvolvimento, por volta dos 36 graus Celsius.
Para aquecer o ninho, elas se deitam em cima dos favos em forma de héxagono,
ou então entram num deles, e vibram rapidamente os músculos das asas, até esquentar os “bebês”.
O corpo de outras abelhas, que esperam sua vez de atuar como condicionador de ar vivo, ajuda no isolamento térmico. Se esquentar demais, outras abelhas espar- gem gotículas de água no recinto e espalham o vapor resultante batendo as asas.
Fonte: “The Buzz about Bees – Biology of a Superorganism”, de Jürgen Tautz, pesquisador da Universidade de Würzburg.